CENTRO CULTURAL
JOHN DOS PASSOS
M6
COMPANHIA DA CHANCA
TEATRO FÍSICO
50 MINUTOS
ARTISTAS
29
SET
17:00
BILHETE
ficha técnica
Criação e Interpretação: André Louro
Criação e Interpretação: Catarina Santana
Máscaras e Espaço Cénico: António Jorge
Apoio Artístico: Sílvia Brito e Caroline Bergeron
Desenho de Luz e Direção Técnica:
Mafalda Oliveira
Figurinos: Maria Ribeiro
Fotografia: Vítor Cid
Design Gráfico: Joana Monteiro
PÚBLICO GERAL
ESTUDANTE
sinopse
Um lugar-reflexo feito de liberdade e beleza para pensar os caminhos da ruralidade.
Sítio apresenta-se como um espelho da vida de alguns no interior desertificado, envelhecido e isolado, apresenta-se na forma de poema-espetáculo e convida idosos, crianças, jovens e população ativa a refletir sobre o problema da desertificação humana.
Um casal de idosos que vive numa aldeia no interior de Portugal recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para enviar para o neto que está no estrangeiro e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço e uma doce fúria de viver, eles vão experimentar uma série de pequenas e ternas aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar... à estação de correios da vila mais próxima!
Espetáculo de teatro físico, sem texto, com recurso à manipulação de objetos e à expressividade do corpo através do uso da máscara larvar*.
*A máscara larvar é uma adaptação da máscara do carnaval da Basileia feita pelo pedagogo Jacques Lecoq nos anos sessenta. São máscaras grandes e simples que ainda não conseguiram definir-se com um verdadeiro rosto humano. São seres que ainda não estão totalmente formados ou que já estão a perder os seus traços, a retornar a um estado larvar. As máscaras vestem-se com roupa do cotidiano e fazem face a situações realistas, que por sua vez são transpostas ao nível da máscara.
Um lugar-reflexo feito de liberdade e beleza para pensar os caminhos da ruralidade.
andré louro
Ator, músico, formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, curso de formação de atores e pela École Internationale de Théâtre Lassaad em Bruxelas, método Jacques Lecoq para intérpretes e criadores. Atualmente integra o elenco dos espetáculos da CulturalKids
com encenações de António Feio e John Mowat e mantém em cena o monólogo O Libertino passeia por Braga, a idolátrica, o seu esplendor de Luiz Pacheco estreado no Teatro Estúdio Mário Viegas. Trabalhou no grupo A Barraca, Companhia de Teatro de Almada, Teatro Extremo, com encenadores como Rogério de Carvalho, Jorge Listopad e Miguel Moreira. Trabalhou na Companhia Olga Roriz como assistente à criação entre 2005 e 2011. Encenou o espetáculo Debandada para Fosso de Orquestra em co-produção com o Teatro Maria Matos. Teve várias participações em séries e novelas da televisão portuguesa. É compositor e intérprete do quarteto de cordas Penicos de Prata, poesia erótica e satírica musicada.
catarina santana
Atriz, encenadora. Formada pela escola de criadores École Internationale de Théâtre Lassaad em Bruxelas e com pós-graduação em Artes Performativas, variante de teatro do movimento pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Atualmente trabalha com a Companhia Caótica como atriz nos espetáculos Na Barriga e A grande Invasão em co-produção com o Centro Cultural de Belém e a Culturgest. Trabalhou como intérprete na Companhia de dança Olga Roriz, A Barraca e como encenadora com a Companhia de Ópera do Castelo , Chapitô e TEUC. Para a televisão, participou na série Residencial Tejo e na Operação Triunfo enquanto professora de interpretação. Foi professora de dramaturgia e técnicas performativas na escola profissional de artes e ofícios do Chapitô e desenvolve regularmente ações de formação para o serviço educativo da Culturgest e do Centro Cultural Vila Flor. Integra o quarteto Penicos de Prata enquanto vocalista e ukulélista.
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